sábado, 21 de janeiro de 2012

VETERINÁRIOS PARCEIROS DA APROV APOIAM O MOVIMENTO CRUELDADE NUNCA MAIS

Dra. Tarcila Pereira e Dr. Henrique Lima, médicos veterinários parceiros da APROV, falam sobre a importância do respeito aos animais e do movimento Crueldade Nunca Mais.


DESAFIOS PARA APROV EM 2012

Sessão na Câmara Municipal na qual foi doado o terreno da Aprov

2012 começa e já traz grandes desafios para a Associação de Proteção à Vida, Aprov.

Confira as novidades!

Aprov inicia campanha para construção de sede

A organização protetora de animais inicia campanha para construção de sua sede. A ideia é arrecadar doações em dinheiro ou em materiais de construção junto a seus associados e a simpatizantes da causa. O terreno onde a sede será construída foi doado pela Prefeitura do Crato, com aprovação da Câmara Municipal dos Vereadores, em dezembro último. Hoje, a Aprov mantém uma sede alugada onde funciona o lar temporário para 50 animais, entre cães e gatos, que esperam por adoção.

Como doar

As doações em dinheiro podem ser feitas através do sistema Pague Seguro (cartão de crédito, débito em conta, ou boleto bancário), acessado no blog da Aprov: souprotetor.blogspot.com.br. Outra forma de ajudar é depositando qualquer quantia na conta da entidade: Banco Itaú agência: 7943, conta corrente: 01801-5. É possível, ainda, associar-se à Aprov e contribuir mensalmente com a organização, com valor mínimo de R$ 5,00.

A entidade recebe também doações de materiais de construção (telhas, tijolos, cimento, ferro). É possível ainda doar notas e cupons fiscais. A Aprov recebe, também, roupas e acessórios; utensílios domésticos e objetos de decoração que são vendidos no bazar promovido todo mês na Praça da Prefeitura. Para entregar qualquer uma dessas doações é preciso entrar em contato com a Aprov: Telefone (88) 8845-3542; E.mail contato.aprov@gmail.com ou pelas redes sociais da entidade, Orkut e Facebook. Todas as doações serão registradas no livro de Ouro.

A nova diretoria
Assembléia (dezembro/2011)
Protetora Gertrudes na Assembléia

Trabalho voluntário

Todo o trabalho da Aprov é voluntário e a entidade é mantida pelos seus associados ou por recursos arrecadados em campanhas de finanças, feitas pela organização. Desde sua fundação, em 30 de maio de 2009 no Crato-Ce, a Aprov desenvolve um trabalho de proteção a animais abandonados na cidade do Crato, região do Cariri cearense.
Nesse período, a organização já realizou cerca de mil atendimentos a animais abandonados, a maioria cães e gatos, conseguindo doação para cerca de 300 animais. A Aprov promove, ainda, atividades educativas em escolas e locais públicos do Crato.

Nova diretoria

Membros da Aprov (Associação de Proteção à Vida) elegeram nova diretoria durante assembleia geral, realizada em dezembro de 2011. A mudança dos diretores segue o Estatuto da entidade que prevê nova eleição a cada dois anos. Assumem a nova diretoria:

Presidente: Antonia Ferreira
Vice-presidenta: Anna Cristina Farias
1ª Secretária: Maria Arlene Pessoa
2º Secretário: Tibúrcio
1ª Tesoureira: Valéria Feitosa Pinheiro

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

CAMISETAS DA APROV À VENDA




AMIGOS E AMIGAS SIMPATIZANTES

ESTÃO À VENDA NOVOS MODELOS DE CAMISETAS DA APROV.
ENCOMENDAS PELO TELEFONE: (88) 8845-3542

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

MAIS UM CRIME BRUTAL!

Uma mulher foi detida na madrugada desta sexta-feira (13) na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, suspeita de maus-tratos a animais domésticos, de acordo com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

Segundo o DPPC, a mulher teria matado e colocado em sacos plásticos cerca de 33 cães e gatos na madrugada desta sexta. A Polícia Militar (PM) recebeu as denúncias de maus-tratos e deteve a suspeita.

Os animais foram encontrados em sacos de lixo em frente à casa da suspeita, de 43 anos. Na garagem, havia diversas gaiolas para transporte de animais.

Um grupo de protetores de animais desconfiou da mulher, pois ela adotava um grande número de gatos e cachorros, e contratou um detetive particular para investigar o que ela fazia com os bichos. O detetive acompanhou a rotina da mulher durante 20 dias. Na noite desta quinta, viu a mulher jogando os animais mortos no lixo e chamou a polícia.

No carro dela foram encontradas caixas de sedativos. Segundo a PM, ela falou que usava os remédios para sedar os animais, para que eles não sentissem dor. O advogado da mulher disse que ela adotava os animais para cuidar, mas que alguns acabavam morrendo. Ele também afirmou que alguns animais eram sacrificados para evitar sofrimento.

Ainda de acordo com o DPPC, a mulher se passava por dona de uma ONG que adotava animais. O DPPC vai fazer um termo circunstanciado e a suspeita não ficará presa.

Fonte: g1.globo.com



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

APROV REALIZA PESQUISA NO CRATO

Anna Cristina Farias de Carvalho é Vice-presidente da Aprov

Animais apreendidos no Centro de Zoonoses do Crato. A infra-estrutura é precária

APROV NA IMPRENSA:
ABAIXO, ÍNTEGRA DA NOTÍCIA VEICULADA NO JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE, EM 03 DE JANEIRO DE 2011

Voluntários realizam trabalho de proteção animal no Crato e veem desinformação de criadores de cão e gato


Crato.
A Associação de Proteção à Vida (Aprov), que trabalha em favor dos animais, realizou pesquisa em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Regional do Cariri (Urca) e constatou que a maioria dos criadores de cães e gatos não conhecem a legislação animal, não sabem como evitar as zoonoses, apesar de saber quais são essas enfermidades, e não tinham conhecimentos de medidas preventivas contra as doenças que acometem os animais.

A pesquisa, sob coordenação das professoras Maria Arlene Pessoa da Silva e Anna Chistina Farias de Carvalho teve como titulo "Conscientização, adoção voluntária, esterilização de cães e gatos como controle de zoonoses e sensibilização ética para o tratamento com os não humanos em Crato". Foram visitados 400 domicílios, sendo constatada a desinformação entre os criadores. É para mudar esta realidade que a Aprov trabalha de forma sistemática, ainda que contando com a ação de pessoas voluntárias.

Saúde pública

A origem da entidade é curiosa. Um grupo de amigas que faziam trabalhos individuais em prol da vida animal resolveu criar uma associação que promovesse a saúde pública, o bem-estar dos não humanos e sensibilização da comunidade sobre as leis de proteção animal e posse responsável. O trabalho ganhou relevância social e hoje a Aprov é a única instituição sem fins lucrativos do Cariri engajada na defesa e proteção dos animais.

Legalmente, a associação existe desde maio de 2009, quando foi instituída em assembleia pública que reuniu simpatizantes da causa animal. Devidamente registrada em cartório, com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e estatuto próprio, a Aprov vem promovendo ações em defesa dos não humanos e em favor da saúde da comunidade. Nos últimos dois anos, a Aprov retirou das ruas cerca de 300 animais em situação de risco. Destes, 100 foram adotados.

A entidade, além de tirar cães e gatos das ruas, realiza, entre outras ações, visitas sistemáticas ao Centro de Controle de Zoonoses do Cariri para acompanhar a eutanásia dos animais, palestras sobre a legislação animal e trabalhos da Aprov, bazares beneficentes para a arrecadação de fundos para instituição e feiras de adoção animal.

Mas, a ação da entidade não se limita apenas ao Crato. Ela também atende a chamados e denúncias de maus tratos ao animais em outras cidades da região, principalmente, de Juazeiro do Norte.

Apesar da importância dos trabalhos realizados pela Aprov, a instituição tem uma grande dificuldade em manter-se. Todos os recursos financeiros são provenientes do pagamento da taxa de manutenção que equivale a R$ 5,00 mensais, pagos pelos membros da associação. E mesmo tendo atualmente150 associados que fazem trabalhos voluntários, apenas 10% deles se engajam verdadeiramente nas ações da associação, fato que limita a expansão das benfeitorias. Além da quantia arrecadada entre os membros, algumas doações de remédios, rações e pagamento de cirurgias esterilizadoras em clínicas veterinárias conveniadas à instituição, feitas por particulares, chegam para dar um auxílio à associação.

Apenas em 2011, as despesas da Aprov com atendimentos em clínicas veterinárias, remédios e ração para os animais em situação de risco somaram mais de R$ 10,8 mil. Para adotar um dos 90 animais que estão à espera de um lar, os interessados devem procurar a Aprov, para preencherem uma ficha constando o nome e endereço do adotante. O animal é entregue esterilizado e vermifugado. A instituição irá acompanhar o desenvolvimento do adotado.

Após quase três anos de atuação, a instituição ainda não tem sede própria. Depois de meses de lutas para conseguir um terreno adequado para a construção da sede da associação, a Prefeitura do Crato doou três lotes de um terreno no Bairro Sertãozinho. Lá será erguido um prédio que com sala para a diretoria da associação, clínica veterinária e um abrigo para apenas animais em situação de risco.

O abrigo será também o primeiro da região do Cariri. A expectativa é que até o fim de 2012 o local esteja pronto. A Aprov já está recebendo doações de materiais de construção, visto que, até agora, não há parceria que viabilize a obra.

Mais informações
Associação de Proteção à Vida
(Aprov) - voluntários do Crato que atuam na defesa dos animais
www.souprotetor.blogspot.com
Telefone: (88) 8845.3542

Adoção

90
animais, entre cães e gatos, aguardam adoção no Crato, segundo a Aprov. Os bichos já são entregues vermifugados e castrados para os novos donos

Centro de Zoonose apreende errantes

Crato.
Mensalmente o Centro de Controle de Zoonoses do Cariri captura cerca de 80 animais. A maioria deles são errantes, que foram abandonados pelos seus proprietários. Grande parte dos bichos apresenta algum tipo de doença e logo precisam ser sacrificados. Os sadios permanecem no Centro de Zoonoses por cinco dias à espera de um adotante. Após esse período, quando a adoção não acontece, o animal é submetido ao sacrifício.

O Centro de Zoonoses não oferece a estrutura necessária para abrigar os animais. Nos canis não existe pisos e paredes adequados, telamentos, nem mesmo limpeza suficiente. A falta de infraestrutura está ocasionando a proliferação de doenças entre os animais.

Para capturar animais que nas ruas, o Centro de Zoonoses conta com apenas um veículo. A busca é feita através de denúncias e solicitações da população. Apesar de atender a 13 Municípios do Cariri, pertencentes ao XX Centro Regional de Saúde (Cres), apenas a Prefeitura do Crato financia os trabalhos. O órgão é mantido exclusivamente com recursos da Secretaria de Saúde do Município, que colabora com ração para a alimentação dos animais e com os medicamentos de anestesias para o sacrifício dos animais. Além das despesas com o pessoal. Com os demais Municípios não existe nenhum tipo de convênio ou parceria que destine algum beneficio ao órgão.

Cada uma das 13 cidades recebe a visita dos agentes, pelo menos uma vez por semana, quando há solicitação. Mas, a grande dificuldade do Centro de Zoonoses é a falta de veículos para retirar os animais das ruas. Em toda a região existem apenas dois Centros de Controle de Zoonoses, o do Crato e outro em Juazeiro do Norte. Todos os procedimentos são realizados de acordo com a resolução 714 do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFM). Para os sacrifícios os veterinários utilizam o cloridrato de cetamina, xilazina a 5% para as anestesias. Após essa etapa do procedimento, o animal recebe o cloreto de potássio. A injeção da substância é letal.

Em casos de capturas de animais de grande porte, eles permanecem sob custodia, por um período de três dias, à espera de resgate pelos donos. Se os proprietários não comparecerem para recuperar o animal, ele será submetido à adoção ou leilão. Entretanto, até hoje não houve nenhum leilão.

Multa

Lei Municipal 1537/1994, prevê multas às pessoas que cometerem infrações leves, graves ou gravíssimas com relação à criação de animais.

Os valores podem variar entre 1 e 30 Unidade Fiscal de Referencia (UFIRs), e em casos de reincidência, a multa é aplicada sobre o dobro do valor da primeira autuação verificada.

YAÇANÃ NEPONUCENA
REPÓRTER