quarta-feira, 25 de abril de 2012
Vamos seguir o exemplo! Não abandone animais!
"Domingo no fim da tarde durante uma visita a minha sogra qnd estava indo embora escutei o choro de um cachorrinho vindo de uns 300m no matagal. Minha sogra disse q desde de manha q tinha escutado mas ela estava saindo e nao olhou do que se tratava, entrei no mato com meu esposo e encontramos uma filhotinha presa numa toca de espinhoos, constatamos pelo que ouvimos dos vizinhos q havia sido abandonada, nós a trouxemos para casa demos comida água e um banho, ela é muuuuito novinha acho q ainda estava mamando poois qnd viu nosso outro cachorro ficou chorando procurando um lugar pra mamar nele rsrs. Ela não tinha ferimento nenhum e parecia estar muito bem de saúde, apenas com fome e desidratada. Ela ja está comendo ração e é muito sapequinha. Por enquanto estamos com ela aki, ja conseguimos um lar pra ela, contei a historia pros meus pais, e eles decidiram adota-la. Nunca abandone animais". - Camila Rodrigues Vieira publicou uma foto no seu Mural. - Depoimento enviado para o facebook da APROV.
terça-feira, 24 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Cinomose
A cinomose é uma doença em cachorros:
- sistêmica, ou seja, pode atingir vários órgãos
- altamente contagiosa
- causada por um vírus
- frequentemente leva à morte cachorros filhotes e adultos
Lembre-se de que um cachorro doente pode manifestar apenas sinais digestivos ou respiratórios.
Qualquer cachorro, em qualquer idade, pode ser contaminado com cinomose de diferentes formas.
O vírus é transmitido entre um animal doente e outro susceptível. Alguns animais doentes podem estar assintomáticos (ou seja, estarem com a doença, mas não apresentarem seus sintomas) e passar a doença para outro sadio por meio de secreções (nasais, fezes etc).
Uma forma comum de contaminação ocorre em canis, onde os animais frequentam os mesmos locais e animais doentes podem ter contato com outros saudáveis ainda não vacinados. É muito importante isolar animais doentes para tratamento, ou ainda ter o cuidado de isolar animais que se tenha desconfiança de que possam estar incubando a doença e, mesmo ainda sem sintomas, servir de fonte de infecção para outros cachorros.
OS PRIMEIRO SINTOMAS SÃO
Vômito e diarréia
Febre
Apatia
Perda de apetite
Falta de cordenação
O tratamento, após diagnóstico de cinomose confirmado por exame de laboratório, pode ser bem difícil.
O cachorro doente deve ser isolado para receber tratamento de apoio e antibióticos para auxiliar no combate a infecções secundárias. Por se tratar de um vírus, não há um medicamento específico para o tratamento da cinomose, o que torna sua cura mais difícil.
Filhotes não têm bom prognóstico de recuperação, com taxa de mortalidade bem alta. O tratamento de apoio é feito com a reposição de líquidos perdidos durante a doença, além de oferecer um ambiente limpo e com temperatura agradável.
Se a cinomose evoluir para os estágios finais sem que o cachorro receba tratamento, pode haver danos neurológicos difíceis de tratar, sendo que o veterinário pode sugerir o sacrifício do animal.
Lembre-se de que cachorros que estejam em tratamento podem continuar a espalhar o vírus por várias semanas, mesmo depois do desaparecimento dos sintomas.
- sistêmica, ou seja, pode atingir vários órgãos
- altamente contagiosa
- causada por um vírus
- frequentemente leva à morte cachorros filhotes e adultos
Lembre-se de que um cachorro doente pode manifestar apenas sinais digestivos ou respiratórios.
Qualquer cachorro, em qualquer idade, pode ser contaminado com cinomose de diferentes formas.
O vírus é transmitido entre um animal doente e outro susceptível. Alguns animais doentes podem estar assintomáticos (ou seja, estarem com a doença, mas não apresentarem seus sintomas) e passar a doença para outro sadio por meio de secreções (nasais, fezes etc).
Uma forma comum de contaminação ocorre em canis, onde os animais frequentam os mesmos locais e animais doentes podem ter contato com outros saudáveis ainda não vacinados. É muito importante isolar animais doentes para tratamento, ou ainda ter o cuidado de isolar animais que se tenha desconfiança de que possam estar incubando a doença e, mesmo ainda sem sintomas, servir de fonte de infecção para outros cachorros.
OS PRIMEIRO SINTOMAS SÃO
Vômito e diarréia
Febre
Apatia
Perda de apetite
Falta de cordenação
O tratamento, após diagnóstico de cinomose confirmado por exame de laboratório, pode ser bem difícil.
O cachorro doente deve ser isolado para receber tratamento de apoio e antibióticos para auxiliar no combate a infecções secundárias. Por se tratar de um vírus, não há um medicamento específico para o tratamento da cinomose, o que torna sua cura mais difícil.
Filhotes não têm bom prognóstico de recuperação, com taxa de mortalidade bem alta. O tratamento de apoio é feito com a reposição de líquidos perdidos durante a doença, além de oferecer um ambiente limpo e com temperatura agradável.
Se a cinomose evoluir para os estágios finais sem que o cachorro receba tratamento, pode haver danos neurológicos difíceis de tratar, sendo que o veterinário pode sugerir o sacrifício do animal.
Lembre-se de que cachorros que estejam em tratamento podem continuar a espalhar o vírus por várias semanas, mesmo depois do desaparecimento dos sintomas.
EU FREIO PARA ANIMAIS!
A Aprov tem chamado atenção para o crescente número de animais vítimas de atropelamento. Acompanhamos diversos casos, muitos deles sem final feliz, onde animais, mesmo socorridos, não resistem a ferimentos e infecções generalizadas. Por isso, lançamos a campanha: “Eu freio para os animais”, como forma de despertar atitudes de respeito em relação a não-humanos.
Se você presenciar um atropelamento, anote placas de carros, tire fotos e ligue para a polícia dizendo que presenciou um crime ambiental. O flagrante pode ser fundamental. Vá a uma delegacia e faça um Boletim de Ocorrência. Lembre-se, que nesses casos, o laudo de um veterinário pode ser muito importante. Se estiver ao seu alcance, socorra, salve uma vida.
Compre seu adesivo, distribua com amigos. Os mesmos estarão a venda (custando R$ 2,00) nas clínicas veterinárias de nossos parceiros: Canifel, Mundo Animal e Recanto dos Animais, em Crato e Clivet, em Juazeiro do Norte.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Leishmaniose Visceral Canina explicada pelo Prof. Killick-Kendrick
O Prof. Robert Killick-Kendrick é um dos mais respeitados estudiosos da Leishmaniose no mundo.A Leishmaniose
É uma doença grave, que pode causar a morte ao cão. No Brasil é provocada por um protozoário microscópico chamado Leishmania chagasi.Para proteger o seu cão
Procure manter o cão dentro de casa desde o entardecer até o amanhecer, especialmente durante a primavera e verão, meses de maior incidência do mosquito transmissor. Se achar que o seu cão pode estar infectado, tente verificar a presença de sinais clínicos típicos e leve-o, o quanto antes, a um Médico Veterinário para que seja examinado minuciosamente. Para a correta confirmação, exames laboratoriais serão necessários.De qualquer forma, o melhor é não correr riscos desnecessários. Se colocar no seu cão a coleira antiparasitária Scalibor® estará protegendo-o contra, pelo menos, 95% das picadas dos flebótomos.
A Leishmaniose Visceral Canina ocorre
Sobretudo na América Latina, incluindo Brasil, e nos países mediterrâneos, como por exemplo, Portugal, Espanha, França e Itália.No princípio a doença manifesta-se
Com perda de pelo, sobretudo em volta dos olhos, boca e nariz. Ao evoluir, as lesões cutâneas - perda de pelo, acompanhada de dermatite ulcerativa - estendem-se por toda a superfície corporal. As lesões cutâneas são acompanhadas de perda de peso corporal e crescimento das unhas de forma mais rápida que o normal.Embora exista tratamento
Ele ainda é muito controverso, pois com o tratamento se consegue a cura clínica e não a parasitológica, portanto, o cão permanece portador e, dessa forma, pode continuar a infectar os mosquitos que se alimentam do seu sangue, aumentando assim, o risco dos humanos contraírem a doença.Coleira Scalibor®
A coleira Scalibor® é o primeiro produto que consegue proteger o seu cão contra flebótomos, moscas e carrapatos com alta eficácia. Imediatamente após a sua colocação no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo, a Deltametrina. Este se distribui de forma rápida e uniforme pela pele do cão até atingir todo o corpo. Ao contrário do que ocorre com outras coleiras tradicionais, a liberação do princípio ativo da coleira Scalibor® não se faz por evaporação, evitando-se assim perdas do princípio ativo e odores desagradáveis, além, é claro, de conferir maior eficácia.FONTE (www.scalibor.com.br)
terça-feira, 6 de março de 2012
PASSO A PASSO DO COMEDOURO PARA CÃES E GATOS FEITO COM MATERIAL RECICLADO!
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